carol montone

Carol Montone é jornalista, estudante de artes cênicas e arteira de vocação. Cor: violeta. Comida: macarrão. Bebida : vinho tinto.  O que a faria apresentável nessas horas?  Seus títulos, gostos, impressões, sua história ou as  ‘ es” tórias que quer contar? Quem sabe uma frase autoral, entre aspas, que delate resquícios de perturbação, feito aquela “sou ebulição e também engasgo”? Não isso seria um lugar comum. Então. Talvez a busca do que há no vão das palavras.  Das não ditas e também das benditas.  A busca das letras boas, na tortuosidade das rimas mal estudadas. A confissão. A fuga.  É certo que a moça tem na nudez seu vestido predileto e só assim, exposta feito ferida ao vento, arde, coça, cria casca, sara, rodopia e pode escrever algo palpável ao coletivo. Escreve, aliás, descalça, sempre. Precisa do chão, mas é o sonho o pai de todas as suas crias.   Em resumo: mais outra menina amadora.

Integrou algumas coletâneas de poesia, a exemplo da  XI Coletânea Komedi  (editora Komedi) e da obra Trilhas (Câmara brasileira de Jovens Escritores).  Teve seus textos publicados em dezenas de publicações impressas e virtuais, principalmente nas áreas de saúde e cultura. Dentro do trabalho de pesquisa e produção de curta-metragens, participou, como atriz, do filme “Sete”, do Stúdio Fátima Toledo ( importante preparadora de elenco do cinema nacional que atuou em filmes como Tropa de Elite, Cidade de Deus, Pixote entre muitos outros). Apresentou programas culturais como o “Vide o Verso” (Nex TV), um projeto para levar poesia à TV brasileira. Apresenta recitais de poesia e encontros interativos de “contação de histórias”, principalmente no estado de São Paulo. Mantém na internet o blog pessoal Sob o Céu de Carol (www.soboceudecarol.blogspot.com).
 

“Eu nasci repleta de insanidades
E com elas hei de partir
Sem razão
Porque assim é”.....trecho do poema Razão de Ser, de Carol Montone

*Então façamos assim: estás convidado (a) a acompanhar os textos da moça nesse espaço, que serão publicados mensalmente e ao desafio de decifrá-la nas reticências recorrentes................................................................................................................