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Broto brejeiro das montanhas mineiras, exalo cheiro de café e de dama-da noite. Poucos têm mais do que cinco sentidos para me respirar. Trago a voz das raízes dos cactos sedentos. O sangue corre tanto, aqui, que sou da cor das rosas, vermelhas. Tenho hiatos mal compreendidos, algumas idéias no ventre e várias faces de pura contradição. Não quero ser reconhecida, quero que penetrem em mim e percebam o quão intensa e indefinível é minha essência de mulher. Escrevo o Blogue “Lá no mundo de Lá“.
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